terça-feira, 12 de setembro de 2023

10 personagens na historia da independência do Brasil

 A independência do Brasil, ocorrida em 7 de setembro de 1822, foi um evento histórico que envolveu uma série de figuras importantes que desempenharam papéis significativos na luta pela emancipação do Brasil de Portugal. Aqui estão 10 personagens, dentre tantos, na história da independência do Brasil:




 Dom Pedro I: Dom Pedro I, também conhecido como Pedro de Alcântara, foi o príncipe regente do Brasil e desempenhou um papel crucial na independência. Ele proclamou a independência às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo, e se tornou o primeiro imperador do Brasil, conhecido como Dom Pedro I.





Dona Leopoldina: A esposa de Dom Pedro I, Dona Leopoldina, foi uma influência importante no apoio à independência e nas negociações com as autoridades portuguesas.






José Bonifácio de Andrada e Silva: Conhecido como o "Patriarca da Independência", José Bonifácio foi uma figura-chave nos bastidores que aconselhou Dom Pedro I e desempenhou um papel fundamental na articulação política pela independência.





Marquês de Barbacena
: Representante do  português no Brasil, o Marquês de Barbacena enfrentou a difícil tarefa de tentar evitar a independência, mas acabou reconhecendo a soberania brasileira.






Cipriano Barata: Médico e jornalista, Cipriano Barata foi uma figura importante na disseminação de ideias liberais e pró-independência no Brasil por meio de seu trabalho jornalístico.






Joaquim Gonçalves Ledo: Líder do movimento separatista na província do Rio de Janeiro, Joaquim Gonçalves Ledo desempenhou um papel ativo na promoção da independência e na articulação política.






Luís Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias)
: Embora ele tenha se destacado mais tarde como herói militar em outros eventos da história brasileira, o Duque de Caxias também apoiou a independência e teve um papel na pacificação do país após a separação.





F
rei Caneca: Líder da Confederação do Equador, Frei Caneca defendeu a independência do Brasil e era uma figura proeminente no Nordeste brasileiro durante os tumultos da independência.






Maria Quitéria
: Uma mulher corajosa que se disfarçou de homem para lutar na Guerra da Independência, Maria Quitéria é lembrada como uma heroína e uma das primeiras mulheres a se destacar em um campo dominado por homens.






André Rebouças:
Engenheiro, escritor e abolicionista brasileiro, André Rebouças não estava diretamente envolvido na independência, mas suas ideias e contribuições futuras foram influentes no período pós-independência, quando o Brasil estava em processo de formação como nação.




Esses personagens desempenharam papéis diferentes, mas todos contribuíram para o processo de independência do Brasil, que culminou na proclamação da independência às margens do Rio Ipiranga em 1822 e na formação do Império do Brasil.


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Jesse Owens, o corredor que fez Hitler ir embora mais cedo!

Hoje é aniversário de Jesse Owens

Jesse Owens, cujo nome completo era James Cleveland Owens, foi um dos atletas mais icônicos e influentes do século XX. Nascido em 12 de setembro de 1913, em Oakville, Alabama, Estados Unidos, ele se tornou uma lenda do esporte ao desafiar preconceitos e adversidades para se tornar um dos melhores atletas de sua geração.

Owens se destacou principalmente nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, sob a sombra da ascensão do regime nazista na Alemanha. Muitos acreditavam que o evento seria um palco para a propaganda nazista e uma demonstração da suposta superioridade da raça ariana. No entanto, Jesse Owens, um afro-americano, desafiou todas as expectativas e tornou-se o grande herói da competição.

Nos Jogos de Berlim, Owens conquistou quatro medalhas de ouro nas provas de atletismo: nos 100 metros rasos, nos 200 metros rasos, no revezamento 4x100 metros e no salto em distância. Sua impressionante performance não apenas quebrou recordes mundiais, mas também desafiou as noções de superioridade racial promovidas pelos nazistas, mostrando que o talento e a habilidade não têm fronteiras raciais.

Jesse Owens não apenas se destacou no campo esportivo, mas também se tornou um símbolo da luta contra o racismo e a discriminação racial. Sua coragem e sucesso inspiraram muitas pessoas a enfrentar o preconceito e a perseguir seus sonhos, independentemente de sua origem étnica ou racial.

Apesar de seu heroísmo esportivo e seu impacto cultural, Jesse Owens enfrentou desafios significativos ao retornar aos Estados Unidos. Ele teve que lidar com a segregação racial e enfrentou dificuldades financeiras. No entanto, ele continuou a ser um defensor dos direitos civis e trabalhou incansavelmente para promover a igualdade racial.

Jesse Owens faleceu em 31 de março de 1980, mas seu legado continua vivo. Sua história de triunfo sobre a adversidade e seu papel na quebra de barreiras raciais permanecem como uma inspiração duradoura para atletas e pessoas de todo o mundo. Ele é um lembrete de que o esporte tem o poder de transcender fronteiras e unir as pessoas em torno de valores como igualdade, respeito e determinação.




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segunda-feira, 28 de agosto de 2023

28 de Agosto - ABOLIÇÃO da Escravidão no império britânico.

 Em 28 de agosto de 1833, o Ato de Abolição da Escravidão foi aprovado no Parlamento
Britânico. Esse ato marcou um passo significativo na direção da abolição gradual da escravidão em todo o Império Britânico. No entanto, é importante ressaltar que a abolição não foi efetivada imediatamente em 1833; ela foi gradual e ocorreu em fases.

O Ato de Abolição da Escravidão de 1833 previa o fim da escravidão em todas as colônias britânicas, mas com um período de transição. O ato declarava que a escravidão seria gradualmente abolida, e os escravizados seriam libertados ao longo de um período de seis anos, conhecido como "período de transição". Durante esse período, os escravizados seriam transformados em "aprendizes" e continuariam a trabalhar nas plantações por um período de tempo limitado, sob supervisão, em troca de moradia e salários baixos.

A abolição completa e imediata da escravidão só ocorreu em todo o Império Britânico em 1838, quando o período de transição chegou ao fim. A Abolição da Escravidão no Império Britânico foi uma conquista importante na luta contra a escravidão e teve impactos significativos nas colônias, nos movimentos abolicionistas e nas relações internacionais da época.

William Wilberforce foi um influente político britânico e líder do movimento abolicionista que lutou pela abolição da escravidão no Império Britânico. Ele desempenhou um papel fundamental na promoção da causa abolicionista ao longo de sua vida.

William Wilberforce 

Wilberforce nasceu em 24 de agosto de 1759 e se tornou membro do Parlamento Britânico em 1780. Ele foi um fervoroso defensor da justiça social e dos valores cristãos, e ao longo de sua carreira política, concentrou seus esforços na luta contra a escravidão.

Ele foi um dos principais impulsionadores do movimento abolicionista no parlamento britânico, fazendo discursos impactantes e apresentando projetos de lei que buscavam a abolição gradual da escravidão. Wilberforce e seus aliados enfrentaram uma forte oposição dos interesses comerciais e de proprietários de plantações que lucravam com a escravidão.

Finalmente, em 28 de agosto de 1833, pouco antes de sua morte, o Ato de Abolição da Escravidão foi aprovado no parlamento britânico, marcando um marco importante na luta abolicionista. O ato deu início ao processo de abolição gradual da escravidão no Império Britânico, exatamente como mencionei anteriormente.

William Wilberforce é lembrado como um herói na luta contra a escravidão e seu nome está associado à conquista da abolição. Sua dedicação e esforços persistentes ajudaram a mudar o curso da história e a influenciar outras nações a também buscarem a abolição da escravidão.


10 fato sobre Abolição da escravidão no Brasil: 




quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Atiradoras soviéticas

Coragem no Front: As franco-atiradoras soviéticas na Segunda Guerra Mundial


Durante a Segunda Guerra Mundial, as franco-atiradoras soviéticas se destacaram como exemplos notáveis de coragem e habilidade. Essas mulheres extraordinárias, muitas das quais hoje permanecem desconhecidas, desempenharam um papel vital no conflito, enfrentando as forças alemãs com destreza e determinação.

Lyudmila Pavlichenko é um nome que se destaca. Com mais de 300 mortes confirmadas de soldados inimigos, ela se tornou uma lenda entre as franco-atiradoras. Sua proficiência em combate não apenas enfraqueceu o inimigo, mas também inspirou suas camaradas a lutar com firmeza. Roza Shanina também merece destaque, com mais de 50 mortes confirmadas em seu nome. Sua habilidade e dedicação a tornaram uma figura respeitada no campo de batalha.

Essas franco-atiradoras operavam em condições extremamente desafiadoras, muitas vezes enfrentando temperaturas congelantes e ambientes hostis. No entanto, elas persistiram, defendendo sua pátria com tenacidade. Além de suas façanhas individuais, essas mulheres pioneiras abriram caminho para a participação feminina nas forças armadas, desafiando estereótipos de gênero e provando que as mulheres eram igualmente capazes de enfrentar os rigores da guerra.

O legado das franco-atiradoras soviéticas perdura como um testemunho do espírito humano resiliente. Sua coragem e habilidade não apenas influenciaram o curso da Segunda Guerra Mundial, mas também inspiraram gerações futuras a perseguir seus objetivos, independentemente das adversidades. Seu papel vital na história militar e sua capacidade de desafiar normas de gênero são exemplos inspiradores de como o valor e a dedicação podem superar as circunstâncias mais difíceis


sábado, 19 de agosto de 2023

18 de Julho batalha de Waterloo



Dia 18 de junho, do ano de 1815, é aniversário da famosa batalha de Waterloo. Uma batalha que ficou conhecida como a derrota final de Napoleão. Mas essa derrota começou no período de 24 de junho até 14 de dezembro do ano de 1812, Napoleão promoveu a sua desastrosa Campanha da Rússia. O trocadilho inevitável é que ele entrou realmente numa fria. E essa invasão aconteceu porque a Rússia decidiu furar o Bloqueio Continental. Aliás, bloqueio este que acabou sendo responsável pela fuga da família real portuguesa para o Brasil que começa no ano 1807. Mas essa é uma outra história. 


A invasão da Rússia foi uma decisão completamente desastrosa para Napoleão Bonaparte, Em um local como a Rússia, onde não havia campos para saquear a falta de suprimentos afetava diretamente a capacidade das tropas napoleônicas de lutar. Além disso, o rigoroso inverno e os constantes ataques russos foram os fatores que fizeram os franceses recuarem. Dos mais de 500 mil soldados que marcharam com Napoleão, menos de 50 mil retornaram para a França.


Com essa derrota, no ano 1813, os adversários de Napoleão montaram uma nova coalizão e partiram para o ataque. Essa coalizão foi formada por tropas austríacas, prussianas, russas, inglesas, portuguesas, suecas, espanholas e germânicas. O resultado foi a derrota de Napoleão. 

 Napoleão foi enviado para a ilha de Elba, no Mar Mediterrâneo, para lá permanecer em exílio. A monarquia foi restaurada na França.

Mas o Napo deixou o exílio e voltou a Paris incidindo o período que ficou conhecido como o governo de 100 dias.  Isso se fez necessário porque ingleses, austríacos, prussianos e russos formavam uma nova coalizão para derrotar a França. Napoleão formou um exército com 125 mil soldados e partiu ao ataque antes que seus adversários ficassem fortes demais.

E o Napo tava virado no jiraya:  invadiu a Bélgica, em 15 de junho de 1815, com seus mais de 100 mil soldados, partindo para cima e fazendo correr da Bélgica Tropas Prussianas. 

Animadíssimo e com sangue nos olhos Napo resolveu atacar as tropas inglesas sob comando do "Duque de Wellington"

 O comandante inglês aproveitou-se de uma forte chuva que ocorreu na região e se estabeleceu em um local conhecido como Monte Saint Jean. Os historiadores contam que essa chuva transformou o campo de batalha em um lamaçal.


As tropas de Wellington e Napoleão tinham forças parecidas, cerca de 70 mil soldados, mas as tropas francesas tinham um potencial de artilharia maior. Wellington assumiu uma posição defensiva, posicionando suas tropas com o objetivo de resistir aos ataques promovidos por Napoleão. O objetivo dele era ganhar tempo até que as tropas prussianas chegassem para dar-lhe suporte.


Napoleão só conseguiu atacar próximo do meio-dia, pois teve de esperar o Sol secar o solo da chuva do dia anterior. Desde o meio-dia até as 3 da tarde a luta seguiu indefinida. As tropas de Wellington sofreram muitas baixas, mas também causavam danos consideráveis nos exércitos franceses, até que o ato decisivo dessa batalha aconteceu.


As tropas prussianas lideradas por Blücher foram avistadas e marchavam em direção à batalha para unir esforços a Wellington. 

No final da tarde e começo da noite, as tropas de Napoleão começaram a ceder espaço no campo de batalha e Napoleão Bonaparte foi obrigado a abandonar o campo de batalha. No final da noite, Wellington e Blücher uniram-se e declararam sua vitória.

 

Napoleão retornou a Paris para tentar formar um novo exército, mas a derrota fez com que ele perdesse apoio popular e político. Assim, em 24 de junho de 1815, ele decidiu abdicar do trono pela segunda vez.

Napo cogitou fugir para os Estados Unidos, mas seu plano fracassou porque os portos franceses estavam bloqueados por embarcações inglesas. Ele foi preso e enviado para um segundo exílio, mas dessa vez na distante ilha de Santa Helena, localizada no Atlântico Sul. Nessa ilha, Napoleão faleceu em 1821.


@seuprofessordehistória